Arquivo de 9 fevereiro, 2008

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TRAVIS – THE MAN WHO

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 Já fazia um tempinho que um disco não grudava em meu som e se deixava tocar do início ao fim por duas, três, quatro, cinco vezes seguidas! Quem me conhece bem sabe que sou capaz de ouvir uma única música por três horas (”defeito” que minha namorada simplesmente não perdoa!). Mas um disco inteiro…?  Não estou dizendo que este seja o disco da minha vida ou o melhor da historia. Não, definitivamente não é isso. Mas alguns discos, na simplicidade que são gravados, conseguem um efeito paralisante. E foi isso que aconteceu com o Travis.Em seu espetacular The Man Who, lançamento de 1999 da Sony que, por um milagre (!), saiu no Brasil. Se The Man Who é meu atual escolhido para ser, digamos, dissecado é porque vi nele todo o encanto que me motiva a deixar um único cd tocando por cinco vezes seguidas… sem querer parar.A primeira coisa que chama a atenção no segundo álbum dessa “recém-chegada” banda ao mercado fonográfico brasileiro, formada por Fran Healy (vocail e guitarra), Dougie Payne (baixo), Andy Dunlop (guitarra) e Neil Primrose (bateria), é a capa. Poucas conseguiram um efeito tão maravilhoso com tamanha simplicidade. Cheguei a me perguntar se toda esta atmosfera não fora criada em mim exatamente pelo fato de não estar acostumada ao ambiente que ela retrata. Pode até ser. Mas que é lindo ver como o céu se torna uma continuação do solo e, no meio disso tudo, homens que acreditam na música se espalham criando um elo perfeito entre os dois elementos, isso é. Eu me apaixonei por ela. Até virou papel de parede do meu computador (sem comentários…). No entanto, longe está esta mesma capa de ter sido a maior responsável pela magia deste álbum…Tudo começa em “Writing to reach you”. O título por si só já causa uma reação única em mim (”escrevendo para te alcançar”). Mas se você não possui o conhecimento prévio que permite entender porque, melhor prestar atenção apenas à melodia. A letra é simples e fala de tentarmos “consertar” alguém que amamos, ensinando esta pessoa a ser como queremos. Quanta utopia! Mas, sem dúvida, entraria em uma imaginária lista que tenho das dez melhores músicas para se abrir um disco.Então começa “The Fear”. A bateria marca o mesmo passo durante toda a música, mas você nem percebe que ela está ali porque há algo de fantástico na voz de Fran Healy. Algo que faz você prestar atenção somente ao que ele fala. Parece que aquele medo que temos está sendo trazido à tona por alguém que nem sabe que você existe. Medo de quê? Bem, isso é com você, meu amigo. Escute com fones de ouvido e entenda melhor o que quero dizer.Em um disco como este é até redundante falar em “uma das melhores”. Mas foi assim que classifiquei “As you are” logo de cara. “Todo dia acordo sozinho porque não sou como os outros garotos…” Você acreditaria em uma música que contém versos tão adolescentes como estes? Quando mencionei a palavra “simplicidade” no início desta análise era pensando em “As you are”, principalmente. Nada foi tão espetacular quanto estes tais versos “adolescentes”… Nada! Ainda mais se levarmos em consideração que, ouvidos por adolescentes um pouquinho mais velhos, adquirem um significado todo especial.“Driftwood” é certamente a mais radiofônica. Prontinha com refrão fácil e levada super leve e descontraída, merecidamente virou um single. Mas esta amostra de The Man Who é uma das poucas que não merecem para si um pouco do brilhantismo da obra. OK, é gostosa. Mas um monte de gente acha a “Wonderwall” do Oasis gostosa, também, e isto não faz dela uma grande canção. (Acho que acabei de assinar minha sentença…)
Pitadas de francês preenchem “The Last laugh of the laugher”, uma balada não-balada (você sabem, aquelas músicas que, apesar de terem uma melodia doce e romântica, escondem uma dor imensa nos vocais ou na letra… ou nos dois…) que merecia um clip, na minha opinião. E deveria ser ambientado no mesmo lugar da foto da capa do disco. É gotoso ouvir algo tão sutil e, ao mesmo tempo, inquietante. Você já parou para pensar quem pode ser o último a sorrir?
Ah! Com um esforço você vai lembrar de Radiohead em “Turn”. E até me arrisco a dizer que os vocais são a maior contribuição para esta lembrança. Claro, com a ressalva de que ninguém sofre como Thom Yorke. “Eu quero viver em um mundo no qual serei forte (…) E se mudarmos, mudarmos, mudarmos?” É, até pode parecer dor, mas ouça a melodia juvenil como de um grupo de amigos tocando em um pub para a galera da faculdade e veja se consegue imaginar dor aí atrás.Se eles resolveram colocar “Why does it always rain on me?” na seqüência, aí que você vai achar que dor é o que menos existe aqui. Sim, porque tudo nesta música é para cima, desde os acordes iniciais até o clip, que é absurdamente legal. É inacreditável como eles conseguem tirar um sarro do que machuca, do que faz sofrer, fazendo certos sentimentos tão peculiares aos homens se tornarem ninharia, apenas mais uma “emoçãozinha” pela qual passamos ao longo do dia. Esta também é radiofônica, mas de jeito algum pode ser tida como apenas mais um “algo comum” para ser tocado nas rádios. E, segundo outro colaborador desta página e grande amigo meu, “essa é Truman, né?” Hehehe… pior que é.Gaitas, gaitas… por que elas sempre me conquistam? Nota 10 só pelas gaitinhas iniciais, nota 10! Não só elas, mas também “e a distância te diz que a distância tem que estar entre o amor, onde você tem estado, amor?” Puxa!, estamos falando de Luv, agora. Preciso dizer algo mais? Há gaitas passeando por toda a música, no início, no fim e no meio. Gaitas, violões e muita saudade. Seria até coerente dizer que aqui Healy estava triste, mas não consigo ver se quer uma lágrima escorrer durante toda a execução de The Man Who, logo, como poderia ter visto aqui?Ela é tão estranha… Mas é tão legal… Isso mesmo, “She’s so strange” é exatamente o que sua letra diz da garota mais estranha que já visualizei (ela tem um bigode preto!). Serve de “sala de espera” para uma das melhores músicas que fecham um disco. Nada de estranho, tudo normal, tudo muito simples. E era disso que também falava ao mencionar simplicidade: eles não precisaram de grandes arranjos, nem efeitos extremamente especiais para criar algo que sentimos com muita facilidade e constância. Os seres humanos são simples e previsíveis. Simples e previsíveis como você pode estar achando ser este álbum. Mas…Mas então chegamos em “Slide Show”. Nem bem termina a faixa nove e vozes, portas de carro batendo e barulho de motor virando invadem o ambiente. E mais violões. E uma viagem de carro com Healy e toda a simplicidade de uma letra que esculhamba um monte de músicas “legais” que tocam nas rádios e não dizem metade do que esta diz. Eu sempre estudei intertextualidade em obras literárias, mas confesso que foi a primeira vez que ouvi tão explicitamente em uma música. Você passa o tempo todo prestando atenção para tentar saber a qual outra música Healy fará a próxima referência, mas deveria mesmo prestar atenção ao carro que não pára de rodar. Porque quando você chegar ao fim e ele estacionar você terá concluído uma viagem rumo ao desconhecido, rumo ao interior de si próprio, rumo à brilhante luz azul que te envolve quinze minutos depois sem que você tenha se dado conta de que tinha entrado em transe. Não se desespere, você ainda estará ouvindo The Man Who, mas agora só você pode saber que homem ainda é… ou acabou de se tornar.

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george harrison – all things must pass

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O ser humano é mesmo engraçado. Basta alguém importante, independente de seu ramo morrer, e pronto, todos querem saber mais a respeito do sujeito e sua obra. De certa forma acho isso até normal, já que a mídia em geral sempre dá um destaque especial a certos nomes, ainda mais em se tratando de um Beatle.O que mais me espanta, é que até mesmo os fãs de George Harrison parecem acordar de uma hora para a outra enquanto ele partia dessa para outra. É algo instantâneo, bate um saudosismo, misturado a tristeza de perder alguém que um dia pertenceu ao maior fenômeno musical dos nossos tempos, os Beatles.
Em se tratando de grandes álbuns, não poderia deixar de comentar aqui o magnífico “All Things Must Pass” de George Harrison. Antes mesmo de comprovarem o conteúdo musical do álbum, lançado em 1970, os críticos ficaram surpresos com a ousadia daquele, considerado o Beatle mais discreto, ser o primeiro deles a lançar um álbum, tão logo Paul Mc Cartney anunciasse a sua decisão de não mais trabalhar com a banda, no dia 10 de abril daquele ano. Outra coisa que também chamou muito a atenção, é que “All Things Must Pass” era um álbum triplo, que vinha condicionado num ‘Box’ com um livreto e pôster, o que para a época era também uma inovação, mesmo em se tratando de um ex-Beatle.

Conferido e comentado as questões do porque e como, aquele Beatle oprimido chegaria a tanto, por fim os críticos passaram a conferir o que trazia aquele box com 3 discos, e mais uma vez ficaram admirados. “All Things Must Pass” trazia à tona um talento obscuro mantido de uma forma controlada não só pela dupla Lennon e Mc Cartney, que dominava o espaço de cada álbum lançado pelo ‘fab four’, assim como pela própria gravadora, afinal, quem iria mexer num time que anos a fio, sempre estava ganhando?

Por fim, as barreiras começaram a cair e nos últimos dias dos Beatles, Harrison passou a ter um espaço maior, ainda assim ínfimo, conseguido que uma de suas músicas, “Something”, fizesse parte do lado “A” de um single da banda, e era de se suspeitar que por trás daquela figura quieta e oprimida, existia muito mais a ser mostrado, sendo “All Things Must Pass” a prova disso, a prova de quanto George Harrison tinha a nos oferecer, “desengavetando” músicas belíssimas, que possivelmente não chegariam ao conhecimento do público, caso os Beatles não acabassem naquele abril de 1970.

O álbum começou a ser gravado tão logo John, Paul, George e Ringo decidiram seguir caminhos separados. George contou com alguns integrantes da banda The Delaney and Bonnie Band e um time invejável de músicos que incluíam o também ex-Beatle Ringo Starr, Jim Gordon e Alan White (Plastic Ono Band / Yes), nas baterias, os baixistas Klaus Voormann e Carl Radle, os tecladistas Gary Wright, Bob Whitlock, Billy Preston, Gary Brooker (Procol Harum), os guitarristas Eric Clapton, Dave Mason, integrantes do Badfinger entre outros convidados. A produção ficou por conta do próprio Harrison e Phil Spector.

Entre as obras primas de “All Things Must Pass”, algumas merecem algum comentário: “I’d Have You Anytime”: Composta em parceria com Bob Dylan, esse tema lento abre o álbum, mais um fato incomum, afinal, como uma música lenta poderia abrir um álbum triplo?

“My Sweet Lord”: Se tornaria o maior clássico de Harrison, mesmo com os problemas causados anos depois, que lhe custou um processo de plágio ganho pela banda The Chiffons, que acusou George de “roubar” o sucesso da banda “It’s So Fine”, gravado 5 anos antes. George perdeu o processo e teve que arcar com uma fortuna em direitos autorais. A edição que comemora os 30 anos do lançamento de “All Things Must Pass”, traz uma regravação de “My Sweet Lord (2000)” com o filho Dhani Harrison numa das guitarras e os vocais adicionais da cantora Sam Brown.

“Isn’t It A Pity”: Foi o lado “B” do single que tinha no lado “A”, “My Sweet Lord”. Mais uma bela balada com a assinatura de Harrison. “What Is Life”: Riff marcante em mais uma que se tornaria um clássico. “If Not For You”: Essa é de Bob Dylan, que com George ganhou um vocal bem mais agradável que o de Dylan. “Behind That Locked Door”: Uma da mais belas baladas, não só do álbum, como da carreira de George. “Apple Scruffs”: Dedicada a um grupo de fãs dos Beatles, especialmente de George, daquelas que acampavam em frente do estúdio Abbey Road em Londres e que passavam horas, até mesmo dias, esperando seus heróis chegarem ou saírem das sessões de gravação.

“Ballad Of Sir Frankie Crisp (Let It Roll)”: Mais uma pérola de Harrison com destaque ao piano Fender Rhodes. “All Thing Must Pass”: A faixa título chama mais a atenção pela letra do que a música, dando a entender que Harrison se sentia aliviado com a separação dos Beatles e com o que viria a acontecer no futuro. Seria injustiça afirmar que “All Things Must Pass” sintetiza o melhor que Harrison fez em sua carreira solo, deixando de mencionar aqui alguns outros grandes trabalhos como “Living In The Material World” (73), que segue bastante a linha de “All Things Must Pass”, “Dark Horse” (74), “Thirty Three & 1/3″ (76), “Somewhere In England” (81), “Cloud Nine” (87), e “Live in Japan” (92).

Parte 1: http://www.badongo.com/cfile/3377039
Parte 2: http://www.badongo.com/file/3377650

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Bryan Adams (Kingston, Ontário, 5 de Novembro de 1959) é um vocalista e compositor canadense de sucesso.

Filho de pais ingleses, aos dez anos ofereceram-lhe a seu primeiro violão e aos doze comprou a sua primeira guitarra, e aos catorze anos mudou-se para Vancouver e começou a participar em audições como guitarrista. Bryan Adams passou parte da sua infância e adolescência em Portugal, dada a profissão de seu pai, embaixador. Viveu em Birre, perto de Cascais, a cerca de 25 km de Lisboa; isto fez com que aprendesse a Língua Portuguesa. Aos quinze anos abandonou a escola e juntou-se a uma banda como vocalista fazendo digressões pelo Canadá. Em 1977 conheceu Jim Vallance e juntos começaram a escrever canções, não tardando muito para que as suas músicas começassem a ser tocadas por outros. Aos dezoito anos assinou o seu primeiro contracto com a “A&M Canada”.

A carreira de Bryan Adams se divide em duas grandes fases: anos 80 e anos 90. Nos anos 80 sua música era um rock-pop seguindo as tendências da época – essas músicas foram trilhas sonoras de vários filmes e seriados na época, incluindo Miami Vice e Footloose.Nos anos 90 Brian se volta a um som romântico – essa fase é a mais conhecida do público em geral. É dessa época o seu maior sucesso o álbum Waking up the neighbours em 1991, produzido por Mutt Lange, continha a balada “(Everything I do) I do it for you” (da autoria de Michael Kamen); esta canção de amor fez parte da banda sonora de “Robin Hood, Prince of the Thieves” e foi um enorme êxito em todo o mundo.

A carreira musical de Adams inclui vários duetos e colaborações, designadamente com: Tina Turner (“It’s only love”) e Melanie c (“When you’re gone”).Em 1990 participou com vários músicos, Van Morrison, Scorpions e outros no concerto de Roger Waters, “The wall in Berlim”.Bryan Adams e Jim Vallance escreveram em 1983 um dos seus maiores sucessos,”Heaven”.Publicado por Adams Communications inc. / Testatyme Music Corp.Além de cantor, compositor, produtor, Bryan Adams também é fotógrafo e já lançou três livros de fotografias, quase sempre inspirado em musas canadenses.Entrou no “Canada Walk of Fame”. Em 1990 foi nomeado “Member of the Order of Canada” e promovido a “officer” em 1998

1998 – On a day like today

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Graham Coxon – Happiness in Magazines

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Graham Coxon (nascido Graham Leslie Coxon em 12 de Março de 1969, Alemanha Ocidental) é conhecido como o ex-guitarrista na banda inglesa Blur. Ele participou dos primeiros seis álbuns da banda, incluindo o famoso disco de 1994, Parklife. Graham toca em seus discos vários instrumentos, como guitarra, bateria e saxofone.

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GRAM – GRANDE BANDA PAULISTA

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Gram foi uma banda paulistana de rock alternativo formada em 2002. Antes de seu início, os integrantes tinham uma banda cover de The Beatles, chamada The Beatless, que chegou inclusive a tocar no consagrado Cavern Club em Liverpool. Após o ocorrido, a banda começa a fazer um som próprio e monta a banda Mosva, cantado em inglês, mas dura pouco tempo. Depois de algum tempo, a banda monta o Gram, agora cantando em português. Com o lançamento do videoclipe “Você pode ir na Janela”, a banda chama a atenção da Deckdisc que lança em 2004 o primeiro álbum da banda, auto-intitulado. Entre 2004 e 2005, a banda faz vários concertos, toca em festivais como Abril Pro Rock em Recife e o MADA em Natal. Em 2005, a banda lança o álbum ao vivo MTV Apresenta Gram que sai em DVD e CD. No começo de 2006, começam a trabalhar no novo álbum, batizado Seu Minuto, Meu Segundo, lançado em 19 de setembro de 2006.Fernando Falvo, baterista do Gram, postou no dia 09/07/2007, na comunidade dedicada à banda no orkut, nota afirmando que o grupo encerrara suas atividades.

Seguem alguns trechos da nota publicada por Falvo: “Agradecemos a todas as pessoas envolvidas direta ou indiretamente neste projeto, pessoas que nos abençoaram com trabalho, iniciativa e energias positivas. Aos fãs que sempre são a razão de uma banda existir. Seguramos esta situação o máximo que podíamos na intenção de achar a melhor solução, a mais plausível, eu, o Marco e o Pagotto continuamos com um novo projeto em andamento.”

Faixas:

1 – Você Pode ir na Janela
2 – Sonho Bom
3 – Toda Luz
4 – Seu Troféu
5 – Quase Ilusão
6 – Moonshine
7 – Faça Alguma Coisa
8 – Reinvento
9 – Vem Você
10 – É a Vida
+ foto da capa do álbum.

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Seu segundo, Meu Minuto
Tamanho: 63,1 MB
01 – O Rei do sol
02 – Você tem
03 – Antes do fim
04 – Parte de mim
05 – Melhor assim
06 – Vivo de novo
07 – Me trai comigo
08 – Lupado
09 – Em nome do filho
10 – Vale a pena
11 – Tem cor
12 – Seu segundo, meu minuto

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